Cirurgia minimamente invasiva para correção da diástase abdominal
A diástase abdominal pode alterar não apenas a função da musculatura, mas também o contorno do abdômen. Quando está associada à flacidez e à perda de definição, o tratamento precisa considerar tanto a musculatura quanto os tecidos que recobrem a região.
Em pacientes selecionados, técnicas minimamente invasivas podem permitir a correção da diástase com incisões menores e menor agressão à parede abdominal.
Diástase abdominal, flacidez e perda de definição
A diástase acontece quando há um afastamento dos músculos retos abdominais, geralmente relacionado ao enfraquecimento ou afastamento da linha alba.
Além da alteração muscular, alguns pacientes apresentam flacidez da pele e perda do contorno abdominal. Nesses casos, tratar somente uma dessas características pode não proporcionar o resultado esperado.
Por isso, o planejamento precisa considerar o abdômen como um conjunto.
Quando a cirurgia robótica pode ser utilizada?
A cirurgia robótica é uma das possibilidades para a correção da diástase em pacientes selecionados.
Por meio de pequenas incisões, é possível acessar a musculatura abdominal e realizar a correção da diástase, evitando uma cicatriz extensa na região inferior do abdômen.
A indicação depende da extensão da diástase, da qualidade da pele, do grau de flacidez, de cirurgias anteriores e de outras características individuais.
É possível tratar a musculatura e a flacidez?
Em alguns casos, sim.
Quando a diástase está associada à flacidez e à perda de definição, o planejamento pode combinar diferentes estratégias para tratar as alterações encontradas.
No caso apresentado, foi realizada a correção da diástase por cirurgia robótica, associada ao tratamento da flacidez e ao enxerto muscular, buscando recuperar a definição e o contorno do abdômen.
Um procedimento mais conservador pode ser uma opção?
A proposta de uma cirurgia minimamente invasiva não é simplesmente utilizar incisões menores. É entender se aquela técnica consegue tratar adequadamente as alterações presentes sem realizar uma abordagem maior do que a necessária.
Em pacientes com determinadas características, isso pode representar uma alternativa para corrigir a musculatura e preservar mais a pele e as cicatrizes.
Entretanto, quando existe excesso significativo de pele, a cirurgia convencional pode ser mais adequada. A técnica precisa ser escolhida de acordo com o que o paciente realmente precisa tratar.
Resultado após quatro meses a 1 ano
Neste caso, o resultado após quatro meses de pós-operatório mostra um abdômen mais definido, respeitando a anatomia e os objetivos da paciente.
Mais do que buscar um abdômen com aparência padronizada, o planejamento foi direcionado às alterações específicas apresentadas por ela.
Perguntas frequentes
A cirurgia robótica corrige a diástase?
Em pacientes selecionados, a cirurgia robótica pode ser utilizada para realizar a correção da diástase por meio de uma abordagem minimamente invasiva.
A cirurgia robótica deixa cicatriz?
Sim. Como qualquer procedimento cirúrgico, existem incisões e cicatrizes, mas a abordagem pode permitir incisões menores em comparação com técnicas convencionais em casos selecionados.
É possível corrigir diástase sem fazer abdominoplastia?
Em alguns pacientes, sim. A possibilidade depende principalmente da quantidade de excesso de pele, do grau de flacidez e das características da parede abdominal.
A cirurgia minimamente invasiva é indicada para qualquer pessoa com diástase?
Não. A indicação depende de uma avaliação individual para determinar qual técnica consegue tratar melhor a diástase e as demais alterações presentes.
Agende sua avaliação
Se você apresenta diástase, flacidez ou perda da definição abdominal e quer entender quais técnicas podem ser indicadas para o seu caso, agende uma consulta com o Dr. Arthur. Durante a avaliação, será elaborado um planejamento individualizado, considerando sua anatomia, seus objetivos e as possibilidades mais adequadas para o tratamento.